A nível NATO, a CPEC participa nos trabalhos dos Comités Sectoriais e noutras actividades do seu âmbito.
A NATO é uma aliança defensiva que considera que a agressão a um dos seus membros é uma agressão a todos e que baseia a sua segurança numa estratégia de dissuasão, ou seja que as consequências para um eventual agressor serão sempre mais gravosas do que as eventuais vantagens que ele poderá obter.
Para que tal suceda tem que se transmitir ao adversário um sinal forte sobre a vontade de responder a qualquer agressão e sobre a credibilidade da sua eficácia.
Essa credibilidade poderá estar em causa se houver insuficiente grau de preparação civil. Países sem reservas estratégicas, com insuficiente protecção civil, sem sistemas de comunicações capazes de sobreviver a um ataque, podem contribuir para uma redução da capacidade de resposta adequada, visto que a NATO delibera por conseno.
Apesar da responsabilidade nestas matérias ser nacional, a NATO
julgou vantajoso criar determinadas Comissões que permitam a coordenação
do que for desejável ou possível entre os aliados.